Já pensou na frase "Ponha-se no lugar do próximo"?
Quantas vezes ficou mais fácil imaginar que podemos fazer melhor do que o outro, porque o outro não fez do jeito que achamos que seria melhor? Notou que nada nesta frase anterior é certa, nada é concreto, são só suposições?
Esse tipo de atitude ajuda, mas ainda que resulte numa opinião negativa, já parou pra pensar que talvez não se tenha idéia do que o outro está vivendo realmente? Que imaginar um problema não seja realmente ter o problema?
Talvez também seja a melhor atitude ter soluções a críticas, porque quem tem os problemas geralmente não precisa ser lembrado o tempo todo, ou se precisa, não ajuda a resolver.
É como eu costumo fazer quando escrevo: vejo nos nossos erros cotidianos minha inspiração, mas não basta apenas escrever, e sim refletir no erro e fazer o possível pra corrigí-los.
"A respiração é a a chave do agora."
É nessa frase que me baseio para, todos os dias, poder lembrar que fico distraído no agora, sem ver o tempo passar, sem perceber que tomo atitudes mecânicas, baseadas num resumo de experiências anteriores, como num manual de sobrevivência. A experiência realmente nos faz aprender a como se portar em determinadas situações, mas também serve pra lembrar que a vida ainda tem muito que nos ensinar, que nada nela é limitada, sempre igual.
terça-feira, março 01, 2005
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