Hoje, vindo pra casa, tive a certeza que fui tomado pela paixão, meu coração já não responde mais a mim.
Me peguei pensando nela em todo o caminho, lembrando das características, qualidades, defeitos. A gente percebe o quão envolvido está, quando vê um mar de encantos até nos defeitos.
Eu até já conheço a família dela! O pai é um homem poderoso, trabalha com gente, uma pessoa amável que você não gostaria que ficasse do lado oposto; A mãe é jovial, uma ternura em pessoa. Gosto muito dos dois, e sou grato pelo excelente trabalho que fizeram.
Muitos gostam dela, inclusive meus amigos e família, pois é inegável que ela faz todos se sentirem ótimos com sua presença, que se perdida, é como se um pedaço da felicidade que nos levassem.
Ela ama a vida, do jeito que lhe foi ensinada, junto de algo genético, e dessa degustação minuciosa fez seu próprio tempero. Sabe mostrar a cada um de nós o melhor dela como mais ninguém consegue, no ponto exato em que cada um precisa, na medida certa. E como gosta dos prazeres da vida! Ah, ela sim sabe dar valor.
Mantém a infância que reside em cada um de nós acesa, porque sabe o quanto ela nos afasta das preocupações mundanas e do crescimento, estas por sinal, nos dão iniciação à sabedoria, que nos leva embora a vivacidade, a graça, a simplicidade e uma doçura que é tão cara.
Sinto sua falta por todo o tempo que não a conhecia, mesmo conhecendo-a tão pouco.
E não consigo mais esconder o que sinto, e o quão tolo fui de nunca querer mais a presença dela na minha vida, mesmo com o medo de me envolver a tal ponto de não ter mais volta. Antes viver cada dia a finco ao lado dela, com a alegria que ela proporciona, como sendo o último, que com a tristeza de só admirá-la ao longe por toda a eternidade da minha paixão.
A grande maioria das pessoas que eu conheço sabe quem ela é, e caso não, tenha certeza que ainda a conhecerás, porque a vejo na vida, e a quero na minha.
sexta-feira, maio 19, 2006
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