A vida é um grande vestibular, que te prende a atenção, te faz rezar pra ter feito tudo certo e poder desfrutar o melhor resultado. Mas não pense nela como uma prova de ontem, hoje ou amanhã: é uma prova de todos os dias, em que acertamos ou erramos, e em alguns casos, vamos morrer sem saber se acertamos nas nossas escolhas.
E cada escolha vale um ponto, mas esqueça uma pontuação comparativa: pontos no critério alegria, felicidade, pontos do coração, porque ninguém é feliz porque é mais ou menos que os outros; a felicidade é absoluta, e não relativa.
Nossas questões não tem padrão, não são divididas por assunto, não tem hora certa pra começar e terminar, e muito menos uma quantidade de opções previamente definidas. A cada minuto você pode se deparar com uma bem fácil de resolver, que te dá muitas opções, ou também estar face a face com um simples "sim" ou "não".
E como respondê-las? Não há livros que ensinam a vida, ou cursinhos intensivos que te fazem vivê-la mais rápido do que você deva viver; viva, lembre das questões que já respondeu até hoje, use seus conhecimentos passados caso tenha tido sucesso, ou arrisque novas respostas e veja no que dá: cada um faz a sua, não dá pra colar.
Bem, a minha prova eu ando fazendo, mas ultimamente passei por umas questões difíceis de responder. Olhei, cocei a cabeça...
Uni-duni-tê, salamê minguê...
A, B, C, D, E...
Sabe quando a gente tem que escolher uma resposta e torcer pra dar certo? Pois é...
Letra B!
Tô acertando até agora, mas a prova é longa, dura a vida toda. Vamos ver no que dá.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
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